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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Nepotismo e corrupção... Está doença tem cura...


As eleições estão próximas é o melhor antídoto contra este vírus é seu “voto e sua participação”.
Após as cinzas do carnaval, com o Brasil vestindo a própria Fênix, o nosso estimado e maravilhoso Joãozinho curtido na ressaca da festividade carnavalesca, pois conseguiu enrolar os pais e ficar dias e noites na interatividade. Sonolento segue para escola disposto há começar o ano como todo bom brasileiro. A aula começa e a professora de ciências não da trégua. - Página 08 “As propriedades do Sangue”, este líquido maravilhoso que circula nesta máquina perfeita, o corpo humano, é composto por: glóbulos brancos responsáveis por nossa defesa, os glóbulos vermelhos pelo transporte de substâncias, as plaquetas agem como band-aid natural... Antes que terminasse a composição sanguínea, Joãozinho e os amigos quase caem da cadeira de tanto rir. A professora muito brava manda que todos fiquem quietos e pergunta: - Qual o motivo da graça João? - Professora a senhora falou do sangue e nós nos lembramos dos políticos que empregam seus parentes na máquina pública. -Nepotismo! Parentes de sangue!...  -Aí o Juca falou que até esta máquina perfeita, os glóbulos brancos são corruptos e fingem que não vêem o que está acontecendo. A mulher do vice-prefeito é Secretária, o cunhado é assessor direto do prefeito... Nós rimos porque o Paulo chamou o Juca de burro! E ele é mesmo, afinal, mulher não é parente de sangue, para completar a burrice ele disse: - Então é de conta corrente, pois ela vai passar a ganhar o dinheiro que era pago para ele... - Tudo bem meninos, nós já entendemos o que é nepotismo agora vamos voltar à aula... Transforme seu voto em um grande glóbulo branco e defenda seu corpo deste vírus, “CORRUPÇÃO e NEPOTISMO”, faz mal para você e para o país...

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Carrinhos de rolimã e PSPs...Qual geração é realmente feliz?


Resgatar as lembranças educacionais e a vivência de nossos pais não pode ser encarado dentro do atual contexto como saudosismo ou medo do novo em qualquer âmbito social.  Pensem? - Quem nunca falou para o filho! - Menino vai brincar!  E teve como resposta. - Do que mãe? ...  
As crianças perderam o potencial criativo que a falta da tecnologia nos facilitou a explorar.
Solitárias, dentro da sociedade moderna, elas ficam horas enfrente ao computador ou vídeo Game, estas máquinas dinâmicas, que nos permite ter todos os acontecimentos do mundo em poucos segundos diante de nossos olhos.  Mas é preciso lembrar: - Isto é saudável para elas? -A excessiva utilização da mesma não contribui para obesidade infantil e juvenil? -A apatia e a indecisão dos nossos adolescentes podem estar relacionadas às longas horas nas redes interativas que proporcionam o ócio coletivo?
-O excesso de informações, aliadas à falta de consciência bem como de uma postura crítica, característica típica do brasileiro, pode vir a contribuir para uma sociedade solitária e individualista?
-As redes de interatividade potencializam a cultura do exibicionismo, assim, como uma nova forma de expressão lingüística nas salas de “bate-papo” será que nossas crianças e jovens têm maturidade para lidar com tudo isto?
-Limite e consciência, quem deve ter diante dos apelos tecnológicos impostos as crianças e aos nossos jovens em seu cotidiano?
-As esferas educacionais públicas e os profissionais que atuam nela estão inclusos a todo avanço tecnológico?
Neste turbilhão de questionamento gostaria de destacar onde estão os valores que nos fazem tanta falta? E isto é claro, ao dialogarmos com pais, avós, professores, alunos etc. ... Que falam de uma escola e de uma sociedade que nos parece ter passado a milhares de anos, só que estes cidadãos ainda não atingiram meio século de vida!  Dentro desta saudade incontestável, lembram de valores imprescindíveis para o bom relacionamento da sociedade em geral. Seus discursos são simples: -“Na minha época respeitávamos os mais velhos”. –“Nossos professores falavam e nós os obedecíamos”. – “Quando a diretora entrava na sala todos ficavam de pé”. - “Se nossos pais recebessem uma reclamação da escola! Aí de nós!”...
Não digo que devemos agir a ferro e fogo, mas alguns valores devem ser restabelecidos com a máxima urgência, afinal; nossas crianças, jovens e a própria sociedade se perderam na estrada que permanece com a mesma cobrança de outrora e isto é incontestável.
Fazer uma Universidade era um sonho quase impossível, hoje o mercado profissional e a própria vida exige do atual trabalhador: Pós-Graduação e muitas empresas: “Mestrado”. E a vida dentro desta violência exacerbada, um ser humano educado e paciente, pois a violência está em todos os locais. Nossos alunos, pequenos, batem uns nos outros por tudo e por nada, nossos jovens se amotinam em gagues para demonstrar uma paixão o “futebol”, fechar um motorista no trânsito pode lhe custar à vida... Mas e a vida evolui? Sim, com toda certeza, porém evoluir não significa arrancar da humanidade a sua condição humana e transformá-la em selvagens lutando por uma máquina que se não for bem conduzida nos levará a ruína total e absoluta. Onde assistiremos pelo celular ou no IPOD, o que não pode o suicídio intelectual e literal de uma geração que solitária discute o certo e errado de um ato consumado... no facebook... 

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Mãe! Pai! Eu só mudei de fase na escola, continuo pequeno...


Os apelos da mídia na conturbada vida moderna levaram os responsáveis por nossas crianças a traçar uma nova forma de viver. Para nos ajudar a entender este dilema o grande Joãozinho, o menino contestador das fábulas infantis, nos fará refletir a vida na sociedade atual.
Depois de vários anos no Ensino Fundamental I, Joãozinho pega seus cadernos universitários com os quais sobrecarrega sua mochila e seu pequeno ombro, pois ele se recusa a usar uma mochila de rodinhas. Pagar mico não é nada agradável em tempos de Bulling.
Acompanhado por sua mãe, ele dirige-se a sua turma, enquanto os colegas se fazem precursores de tal frenesi. Entram e saem da sala o tempo todo.
De repente o silêncio toma conta do ambiente à professora de português amada e temida por todos, ela cumprimenta os alunos entrega-lhes um bilhete convocando os responsáveis para uma reunião.
Joãozinho guarda o recado, enquanto seus colegas: fazem aviãozinho, colocam debaixo da carteira, amassam, usam como papel para recadinhos... Como um peixe fora d’água, ele pergunta:
- Por que você jogou o recado fora?
- Minha mãe trabalha, ela disse que eu já sou grande e tenho que me virar. - Autotomia moleque! - Autonomia!
Em casa ele revira seus gibis e encontra o Estatuto da Criança e do Adolescente, ilustrado por Maurício de Souza, coloca na mochila aumentando um pouco mais o peso, neste difícil hábito a ser mudado nos pré e adolescente. 
No dia seguinte o sinal toca!
- Maravilha!... Ecoa a voz do Joãozinho. – Aula de português! A magnífica professora das palavras, com quem aprendíamos a entender cada símbolo linguístico, conquistado pelo homem em sua longa jornada no Planeta.
Antes de começar a aula, Joãozinho diz:
- Professora! Ajude-me a dizer aos homens o que estamos fazendo com a lei.
- Não entendi João?  
- Nós somos pequenos, mudamos de fase na escola, concordo que temos que ter autonomia como disse o Luiz, só que a lei que está escrita neste gibi deve ser “RESPEITADA”, porém quando descumprirmos a lei, não estamos cometendo um crime?  No Estatuto há um parágrafo único que determina: “E direito dos pais ou responsáveis ter ciência do processo pedagógico, bem como participar da definição das propostas educacionais ”.   Estas informações são passadas nas reuniões, por que as empresas não respeitam a lei? Na outra escola, a Diretora sempre elogiava a presença dos pais. Não crescemos tanto assim, nos sentimos soltos, sozinhos e perdidos, queremos e não queremos ser adultos em um corpo frágil sofrendo profundas transformações.
- Fique calmo Joãozinho, uma coisa de cada vez.
- Os pais acreditam que seus filhos cresceram, porém nesta fase da vida, as transformações hormonais e a necessidade de incluir-se a um grupo, se não forem acompanhadas por seus responsáveis podem causar danos irreparáveis as nossas crianças.
Para as escolas fazer os pais presentes é muito difícil, principalmente dos alunos que dão problemas de indisciplina, crianças precisam de limites em qualquer idade. Afinal a escola ensina, os pais educam e o mundo está gigantesca escola da vida, nos dirá que “tipo de filho”, somos capazes de deixar para o nosso planeta... 


segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Educação e a Divina Comédia de Dante - “A selva escura”, não é mera coincidência.


- Dormir! Era tudo que a educadora que pulsa em mim gostaria, depois de ver o ano letivo se arrastando feito moribundo em busca da cova, onde as palavras rudes dos pais tiram-me o sono...
- Após quase duas décadas dedicadas à profissão me vejo perdida no meio de um ciclone tentando salvar um gato. - Saiba “morto”! A cabeça pesada rodopia entre o certo de uma certeza supostamente inaceitável, debruçada sobre as mazelas e o medo eu procuro explicação na razão que tenta sucumbir à emoção. - Tenho que acordar e percorrer caminhos geradores de conflitos que não são meus.
Automatizada me pergunto como fui parar naquele lugar, onde as funções do que deveria ser feito é perturbada por tudo que não cabe lá. Parceira de um eterno começar, falamos incansavelmente do começo e o do recomeço que fica sempre a recomeçar.
Enquanto os leões mortos e empilhados de cada dia nos fazem tropeçar uns nos outros, acompanhados pela voracidade com que nos olha a multidão a procura de respostas. Amparados e desamparados, somos protegidos por códigos legais que são afrontados por condutas que constrói, destruindo e que acreditávamos estar estabelecido.              
- “Respeito”! -“Educação”!  Esta mágica ação humana que há séculos perambula pela selva dos experimentos enquanto é dividida em partes que se repartem em processos longos de acusações, entrelaçadas a violência dos agoures da sociedade moderna.   
E aos olhos o que parece simples é devastado pela complexidade que a nós é retratada pelo ensino público, que perdeu a essência de seus educadores quando resolveu transformá-los em Frankenstein das especializações... E no grotesco medo de perder a vida sã, rogo que retornemos cada qual ao seu lugar, para que assim, os valores primordiais do viver humano se recomponham mesmo que divididos, porém, ocupando os seus lugares e significados. “Os pais educam e a escola ensina”.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

O vitalício poder governamental.


Tal pai... Por que deixar se envolver “filho”?...

Num país chamado Brasil, uma parcela da população descobriu que o poder vitalício do Rei agora com vários nomes diferentes (Presidente, Governador, Deputados e Senadores) é legitimado por uma nação de homens e mulheres que apertam um botãozinho escrito “confirma”.
Indignados com estas ações, uma parcela desses homens e mulheres se rebelam criaram a campanha “Ficha Limpa”, e para espanto e surpresa dos cidadãos deste país, esta parcela da população “os eleitos democraticamente”. - Perfeito! - Erramos, porém persistir no erro não é burrice e sim falta de consciência. Arrumaram um jeitinho brasileiro de burlar a lei e permanecer tudo igual.
Renunciam dos seus cargos mergulhados na lama da corrupção, pois apostam na memória curta do povo brasileiro e na crescente desigualdade social do país. - Já sei! - Erramos outra vez! - Eles estão novamente nos representando.
Estes, outrora candidatos, se sentindo em plena época medieval com a “Coroa de Lata” na cabeça, apresentam aos seus súditos seus sucessores.
- Quem? - Nós? - Sim, a nação brasileira: eu, você. Porque o espanto?...
Diante de uma platéia inerte a política do pão e circo que é comanda pela futura “Realeza” que provavelmente será eleita pelo inesquecível botãozinho confirma. - Como? - Eleita?
- Sim! Eleitos democraticamente pelo maldito botãozinho. Sendo assim, vivemos a troca dos maravilhosos salários de bolso, pois o que era anteriormente depositado na conta do ex-candidato “o pai”, passa ser colocado na vitalícia conta do filho, da mulher, da amante... - Espera aí! - Mulher e amante não são parentes... E quem disse que a monarquia voltou... Eles é que pensam assim.
- Bem como faço parte da parcela de rebelados, faço um apelo ao povo que nas próximas eleições irão apertar este botãozinho, fiquem atentos, votar não é um ato qualquer, é o fato mais importante que a democracia foi capaz de construir.
- Que façamos então como na época medieval. – Guilhotina eleitor brasileiro! Para que assim o Brasil possa “decolar”
O Tribunal Superior Eleitoral adverte: negociar seu voto é crime, artigo 299 do código eleitoral. E a pena para quem comete este ato estapafúrdio é: Condenar a si e ao país ser representado por quem rouba, e não faz...